20 de maio de 2022   |   14:42  |  

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Campanha Janeiro Roxo conscientiza a população para a prevenção e combate à hanseníase

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A Campanha Janeiro Roxo promove a conscientização ao combate à hanseníase, uma doença milenar, crônica e curável , mas ainda cercada de mitos e preconceitos.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil ocupa o segundo lugar como o país que apresenta o maior número de casos, perdendo apenas para a Índia.

Maria Helena foi diagnosticada aos 10 anos de idade com hanseníase. Por morar em uma comunidade iniciou o tratamento em casa até ser trazida para Cruzeiro do Sul e ser isolada na colônia, onde funciona o hospital dermatológico em Cruzeiro do Sul. “Vim do seringal, o médico passou o medicamento, fiquei internada, já fiquei morando perto do hospital e sofri muito principalmente em relação ao preconceito”.

Os trabalhos realizados na Campanha do Janeiro Roxo, visa além de conscientizar as pessoas sobre o tratamento de maneira precoce, também alerta para a valorização de quem tanto já sofreu com essa doença.

Seu Cornélio teve diversas sequelas ao longo dos anos com a hanseníase, lém de muita dor antes de iniciar o tratamento. “Eu tive muitas dor nas juntas, nos pés nos joelhos, inchava tudo e foi passando os anos quando fui ao médico foi depois de cinco anos de dor, eu morei numa casa abandonada. Não deixaram eu ficar com meus irmãos, sofri muito preconceito. As pessoas não me traziam pra cidade com medo de me colocar no barco e pegar a doença”.

Depois de vários anos , seu Cornélio chegou na colônia para iniciar o tratamento distante da família e isolado da sociedade. “Passei muito tempo sem tomar o remédio e só depois que apareceu o remédio e por isso tive sequelas, porque na minha época era difícil remédio”.

A coordenadora do Mohran em Cruzeiro do Sul, destaca quais os sintomas da doença e a importância de procurar um médico e iniciar o tratamento para não ter sequelas a ponto de ser mutilado. “Os sintomas são manchas vermelhas pelo corpo e muitas são dormentes e outras apresentam dor. Qualquer dúvida precisa procurar um profissional de saúde”.

Redação Juruá Online

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