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Camelôs fecham acesso à ponte no centro da Capital: “Não somos bandidos, queremos trabalhar”

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Em mais um dia de protestos, os camelôs que tiveram suas barracadas retiradas pela Prefeitura do Calçadão da Benjamin Constant, em frente ao Colégio Acreano, fecharam a cabeceira da Ponte Coronel Sebastião Dantas, conhecida como Ponte Nova. Os carros foram impedidos de passar.

Com cartazes em mãos, eles pedem apenas uma coisa: poder trabalhar. “Somos trabalhadores não bandidos só pedimos o sr prefeito um local digno de trabalho. Criança não espera um mês de fome e nossas famílias depender de nós que somos trabalhadores que dependemos de nossas vendas para o sustento”, disse um deles.

Os trabalhadores dizem que o prefeito trocou o slogan de campanha que era ‘Produzir para empregar’ por “Destruir para Desempregar” e exigem ser ouvidos pelo prefeito Tião Bocalom. Ainda de acordo com os  manifestantes, a Prefeitura está mandando polícia para lidar com eles e a fiscalização estaria tomando as mercadorias daqueles que, mesmo sem barraca fixa, tentaram vender no calçadão.

“Nós queremos trabalhar, queremos dignidade e justiça, ter o direito de ir e vir com nossa mercadoria e poder trabalhar sem medo poque todos nós votamos e elegemos a atual gestão que está cometendo um erro em não nos ouvir, não mande fiscais nem sindicatos, são todos corruptos, queremos ser atendidos pela Prefeitura diretamente. Não somos bandidos pra estão correndo da polícia, somos trabalhadores dignos e não vamos desistir de um lugar digno pra trabalhar e sustentar nossas famílias pq depender de nós”, afirmou outro manifestante.

Segundo a Prefeitura, dos camelôs instalados naquele local até dezembro do ano passado,
foram contemplados com lojas no Aquiri Shopping e devido à não remoção das barracas naquela oportunidade, outras pessoas se instalaram ali e passaram a pagar aluguel, de forma irregular, aos antigos permissionários.

Desde a terça-feira (18), os lojistas estão sendo são cadastrados e o órgão se comprometeu a  apresentar aos trabalhadores uma solução em 30 dias, que permita a continuidade das suas atividades
em outro local definitivo.

Via: Contilnet

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Redação Juruá Online

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