29 de junho de 2022   |   09:04  |  

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Bruno e Dom: Justiça decreta prisão temporária do terceiro suspeito

Juíza estabeleceu que Jeferson da Silva Lima deve ficar preso por 30 dias; delegado diz que número de envolvidos ainda é indefinido.

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A Justiça Estadual do Amazonas decretou na tarde deste sábado (18) a prisão temporária do terceiro suspeito de envolvimento nas mortes do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, Jeferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”.

De acordo com a Polícia Federal, que coordena a força-tarefa montada para elucidar o crime, mais cedo Lima entregou-se na Delegacia de Polícia de Atalaia do Norte. Ele teve a prisão temporária decretada em audiência de custódia pela juíza Jacinta Silva dos Santos.

“A prisão temporária será de 30 dias, prorrogáveis por mais 30. A audiência de custódia foi realizada de forma híbrida — a juíza, o investigado e o promotor de Justiça Elanderson Lima Duarte participaram presencialmente, no Fórum de Atalaia do Norte; com a com defensora pública Jéssica Cristina Melo Matos, que assistiu o investigado, participando por videoconferência”, informou o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), em nota. De acordo com a corte, “a audiência de custódia começou por volta das 13h no horário do município (15h horário de Brasília) e terminou 1 hora 20 minutos depois, às 14h20”.

Amarildo dos Santos, mais conhecido como “Pelado”, e seu irmão, Osoney da Costa, já haviam tido a prisão temporária decretada. Amarildo teria confessado à polícia que matou o indigenista e o jornalista, esquartejou e ateou fogo neles com a ajuda do irmão. Ele indicou o local onde os cadáveres foram enterrados.

O delegado da Polícia Civil Alex Perez Timóteo informou que a polícia ainda trabalha com um número indefinido de possíveis envolvidos na etapa de ocultação dos corpos. “É certo que há outras pessoas envolvidas. Só falta identificar quantas”, disse.

Perícia feita pela Polícia Federal nos restos mortais encontrados na região confirmou que parte do material era do jornalista e, outra parte, do indigenista. A polícia ainda faz testes no Instituto de Criminalística Federal, em Brasília, para descobrir as circunstâncias dos crimes.

Via R7 Notícias

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