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Bebê de 5 meses morre em creche particular em São Paulo

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O pai afirma que três horas depois de deixar a filha no local, a responsável pela unidade ligou informando a morte, sem dar explicações

Um bebê de cinco meses morreu em uma creche particular , na manhã desta quarta-feira, 23, no município de Itapecerica da Serra, São Paulo. Quem recebeu a notícia do falecimento da criança foi o pai, Claudimar José dos Santos, ele afirma que três horas depois de deixar a filha no local, a responsável pela unidade ligou informando a morte, sem dar explicações. As informações foram dadas ao G1.

A declaração de óbito da pequena Ana Beatriz Pires dos Santos foi emitido na tarde desta quarta-feira, 24, a causa apontada foi um edema pulmonar. Os familiares informaram ao G1 que a criança não tinha nenhum problema pulmonar. “Não temos mais nem chão para continuar vivendo. A razão que eu tinha para viver partiu de uma maneira tão trágica”, afirmou Claudimar.

Apesar do que informava a declaração de óbito, um boletim de ocorrência foi registado pela família no 1º DP do município, o caso foi registrado como “morte suspeita”. A Secretaria da Segurança Pública informou que exames periciais foram solicitados.

A Prefeitura de Itapecerica da Serra informou que o local estava em situação irregular e que já foi autuado em outras ocasiões por atividade irregular de ensino. “A Secretaria de Educação utilizou-se de todos os meios cabíveis e legais para interromper as atividades na instituição”. A responsável pela creche não quis se pronunciar.

Após a primeira revista, em 2017, outra visita ao local foi feita no dia 21 de maio, desta vez, um ambiente insalubre foi constatado. Segundo o G1, além do serviço de creche, o local servia de “hotelzinho”, onde algumas crianças passavam a noite, dormindo em colchonetes no chão. Bebês pequenos também ficavam na mesma situação e eram deixados sozinhos.

Além do histórico já registrado, a escolinha chegou a ser denunciada em pelo menos duas ocasiões por maus-tratos. O pai de Ana Beatriz contou ao G1 que a responsável pela escola ligou para ele e pediu desculpa. “[Ela] começou a chorar e pedir desculpa, como se isso fosse trazer minha filha de volta. Eu só quero justiça”, lamentou.

Via – Jornal de Brasília

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Redação Juruá Online

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