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Assembleia Legislativa presta homenagem ao Dia do Médico

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A Assembleia Legislativa do Acre realizou sessão solene nesta segunda-feira (18) para homenagear o Dia do Médico, comemorado hoje. O proponente da sessão, deputado Jenilson Leite (PSB), afirmou que faz questão de realizá-la em função do sacrifício que o médico faz no Acre. “Às vezes dentro da UTI no Pronto-Socorro em Rio Branco, outras no município isolado em hospital sem condições”, disse Leite, que também é médico. “Ao longo da pandemia os médicos foram os principais soldados que enfrentaram a guerra”, disse o parlamentar.

Presidente da Comissão de Saúde da Aleac, o deputado José Bestene (PP) disse que a pandemia foi politizada, com briga de tratamento precoce ou não. “A gente parabeniza vocês, os médicos, e outros profissionais, que fazem esse maravilhoso trabalho”, afirmou o deputado.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Acre, médico Guilherme Pullici, cumprimentou a todos, fez várias críticas ao sistema vigente. “Os médicos estão cansados. Não há reconhecimento da classe política, somente de alguns, como o deputado Jenilson”, disse, alertando para o fato de o Acre exportar médicos. O Estado, segundo ele, não consegue fixar profissionais.

“Sobretudo, há problemas de toda ordem nas unidades de saúde em todo o Estado”, disse Pullici, condenado o vilipêndio e falta de reconhecimento do trabalho do médico no Acre.

“Hipócrates já nos dizia: a vida é breve, a arte é longa”, disse o médico Amsterdam Sandres. De seu lado, a médica Leuda Dávalos, presidente do Conselho Regional de Medicina, disse que a pandemia apenas evidenciou o que os médicos fazem todos os dias. “Meu sonho é a sociedade enxergar nossa importância todos os dias”, disse, também pedindo reconhecimento.

A secretária de Estado da Saúde, Paula Mariano, fez um relato dos avanços do sistema público e as conquistas no período mais agudo da pandemia da Covid-19.

O médico Thor Dantas relatou que o debate político entrou muito forte na medicina e esta deve fazer as pazes consigo própria. “A gente precisa do melhor que a medicina pode nos dar. Qualquer medicina não resolve o problema e matou 80% dos que foram à UTI”, disse, propondo uma reflexão sobre a questão.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas 

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Redação Juruá Online

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