3 de julho de 2022   |   16:09  |  

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Alexandre de Moraes inclui PCO em inquérito das fake news

Decisão acontece depois de o Partido da Causa Operária (PCO) ter feito uma série de ataques ao Supremo por meio de suas redes sociais.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a inclusão do Partido da Causa Operária (PCO) no inquérito das Fake News. Em despacho nesta quinta-feira (2), o magistrado também mandou a Polícia Federal ouvir, no prazo de cinco dias, o presidente da sigla, Rui Pimenta.

A decisão acontece depois de o PCO ter feito uma série de ataques ao Supremo por meio de suas redes sociais. Nas publicações, o partido já defendeu, por exemplo, a dissolução do STF e chamou o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, de “skinhead de toga” e o acusou de “preparar um golpe” nas eleições.

“Efetivamente, o que se verifica é a existência de fortes indícios de que a infraestrutura partidária do PCO, partido político que recebe dinheiro público, tem sido indevida e reiteradamente utilizada com o objetivo de viabilizar e impulsionar a propagação das declarações criminosas, por meio dos perfis oficiais do próprio partido, divulgados em seu site na internet”, disse Moraes.

Segundo o ministro, “há relevantes indícios da utilização de dinheiro público por parte do presidente do partido político para fins meramente ilícitos, quais sejam a disseminação em massa de ataques escancarados e reiterados às instituições democráticas e ao próprio Estado Democrático de Direito, em total desrespeito aos parâmetros constitucionais que protegem a liberdade de expressão”.

O ministro também determinou que sejam bloqueados os perfis do PCO em Facebook, Instagram, Telegram, Twitter, Youtube, TikTok, mas sejam preservados o histórico de conversas e o conteúdo das contas, incluindo postagens apagadas.

“É necessário destacar que o Partido da Causa Operária, além das publicações no Twitter, utiliza sua estrutura para divulgar as mesmas ofensas nos mais diversos canais (Instagram, Facebook, Telegram, Youtube, Tik Tok), ampliando o alcance dos ataques ao Estado Democrático de Direito, de modo que atinjam o maior número possível de usuários nas redes sociais, que somadas, possuem quase 290 mil seguidores”, afirmou.

Por CNN

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