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Alemanha estuda combinação de vacinas contra a Covid-19 para enfrentar a variante Delta

País teme mais uma onda da pandemia e pretende combinar uma primeira dose da AstraZeneca com uma segunda dose de uma vacina baseada em RNA mensageiro para aumentar a proteção contra a variante.

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O ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, anunciou nesta sexta-feira (2) que a Alemanha espera mais uma onda da pandemia, causada pela variante do coronavírus Delta, identificada pela primeira vez na Índia. Para enfrentá-la, ele afirmou que o país estuda combinar vacinas contra a Covid-19.

Segundo informações da Reuters, Spahn disse a jornalistas que o país pretende combinar, no futuro, uma primeira dose da vacina da AstraZeneca com uma segunda dose de uma vacina baseada em RNA mensageiro, como a da Pfizer/BioNTech ou da Moderna, uma vez que testes com o acréscimo de uma dose de um imunizante de RNA apontou uma proteção maior contra a variante Delta.

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O ministro acrescentou que a Alemanha tem doses suficientes de todas as vacinas para fazer essa alteração, assim como para fornecer doses de reforço para quem quiser tomá-las no outono do Hemisfério Norte.

No Brasil, até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda misturar doses de diferentes fabricantes de vacinas contra a covid-19.

A Alemanha espera, segundo o ministro da saúde alemão, que a variante delta se torne endêmica no país ainda neste mês de julho, igual aconteceu no Reino Unido.

Uma previsão do Centro Europeu de Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) divulgada em 23 de junho apontou que 70% das novas infecções pelo coronavírus na União Europeia deverão ser causadas pela variante delta até o início de agosto. Até o final do mesmo mês, a variante será responsável por 90% das infecções.

Via=G1

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Redação Juruá Online

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