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Acreano desaparece em correnteza de rios na selva peruana; esposa dá detalhes

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Um acreano de Cruzeiro do Sul, João Miranda de Carvalho Filho, de 37 anos, está desaparecido desde o último sábado (04) na capital da Província Requena, situada no Departamento de Loreto, região nordeste do Peru, na Amazônia peruana. Ele caiu de um barco dentro de um rio na região, cujos rios são drenados da Cordilheira dos Andes e fluem sinuosamente por seu território plano, causando inundações sazonais. Nesta região se encontram os rios Marañón e Ucayali e ali nasce o curso principal do rio Amazonas.

De acordo com a esposa do desaparecido, Raimunda Quadros Peixoto, de 21 anos, seu marido é engenheiro naval especializado em máquinas e foi contratado por uma empresa, de nome Galo da Serra, para trabalhar no território peruano. A contratação deu-se no mês passado, em Manauas (AM), onde o casal residia. João Carvalho tem quatro filhos de um casamento anterior, dos quais os dois menores estão sob a guarda de Raimunda Quadros.

esposa do desaparecido, Raimunda Quadros Peixoto, de 21 anos. Foto: Reprodução

Desesperada, a mulher faz apelos por notícias do marido, o qual ela espera ser encontrado vivo, já que ele era forte, bom nadador e por isso teria escapado das correntezas do rio, acredita.

Raimunda diz que seu marido desapareceu no sábado e ela só foi comunicada por telefone por colegas de trabalho de seu marido no domingo. “Não tenho maiores informações e não sei se as buscas ao meu marido continuam. Ligo para lá, ninguém me dar respostas. Parece que quem desapareceu não foi um ser humano e sim um monte de lixo”, disse a mulher.

Raimunda disse ainda ter encontrado com as autoridades peruana sem Manauas, com pedidos de ajuda. “O que eles me dizem é que não podem fazer nada, já que ele não era um cidadão daquele país. Pelo amor de Deus, eu preciso de ajuda”, disse a mulher.

De acordo com as informações repassadas, ele caiu no rio quando, de folga, decidiu deslocar-se até a cidade para comprar um chipe de telefone com o qual pretendia ligar para a família, no Amazonas. “Na hora de atracar o barco em que viajava, ele desequilibrou-se caiu na água. Eu acho que ele ainda está vivo porque meu marido era forte e nadava muito bem”, disse Raimunda.

Via-Contilnet

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Redação Juruá Online

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