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Acre sai da bandeira vermelha e vai para amarela, decide comitê; confira as mudanças

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Durante entrevista coletiva por videoconferência na manhã desta terça-feira (11), a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), através do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, anunciou a nova classificação de risco definida pelo Pacto Acre sem Covid, na qual todas as regionais do estado avançaram para o Nível de Atenção (Bandeira Amarela).

De acordo com a coordenadora do grupo de Apoio ao Pacto Acre sem Covid, Karolina Sabino, a classificação em níveis de risco (bandeiras), foi expressa por meio de uma nota geral que varia de 0 a 15, e obtida por meio da mensuração de sete índices, sendo eles: isolamento social; notificações por síndrome gripal; novas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave; novos casos por síndrome gripal Covid-19; novos óbitos por Covid-19; ocupação de Leitos Clínicos Covid-19 e ocupação de UTIs Covid-19.

Com base nos dados, a regional do Alto Acre obteve nota 11, apresentando redução nos indicadores, já a região de Tarauacá/Envira, recebeu nota 11, com base na queda dos indicadores, como por exemplo, o número de óbitos que caiu 50%.

A regional que obteve dados mais relevantes foi o Baixo Acre, que compõe o município de Rio Branco, na ocasião, obteve nota 12, tendo queda significativa nos indicadores de óbitos, em torno de 50%.

O que pode e não pode abrir

Nesta nova classificação, todas as atividades comerciais permitidas durante a Bandeira Laranja devem manter as orientações sanitárias estaduais, os protocolos sanitários municipais e demais limitações impostas pela Resolução nº 02, de 3 de julho de 2020, do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19.

Alguns setores devem ficar atentos à possibilidade de aumentar a capacidade de atendimento em relação ao previsto na fase anterior (Bandeira Laranja), em alguns casos chegando a 60% agora.

Entre as novidades do que poderá reabrir estão: bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, sorveterias e similares, com capacidade de 50% do número de mesas, além da proibição de música ao vivo; restaurantes self-service deverão ter protocolo e autorização específicos. Teatros, cinemas e apresentações culturais também poderão voltar com capacidade de apenas 30%.

Eventos religiosos em templos ou locais públicos, de qualquer credo ou religião, inclusive reuniões de sociedades ou associações sem fins lucrativos poderão retornar com 30% da capacidade. Por fim, centros de formação e capacitação, estúdios de dança, escolas e estúdios de música, centros de formação de condutores de veículos automotores e similares também poderão reabrir com 30% da capacidade.

Continuam fechados durante a Bandeira Amarela: espaços públicos entre parques, quadras poliesportivas, campos de futebol comunitário, espaços destinados para atividades físicas e similares que ocasionam aglomeração de pessoas; academias de ginástica, clubes esportivos e de lazer e similares; além de não ser permitida a realização de eventos, feiras, seminários e congressos.

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Redação Juruá Online

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