11 de agosto de 2022   |   22:21  |  

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Acre ocupa primeiro lugar no uso de cigarro por adolescentes no país, aponta IBGE

Mais de 24% dos adolescentes de 13 a 17 anos já provaram narguilé e 14,6% usaram cigarro eletrônico.

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Acre lidera o ranking nacional na proporção de adolescentes, entre 13 e 17 anos, que já usaram cigarro. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) divulgada nessa quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 33,2% dos estudantes já fumaram pelo menos uma vez. Esse é o maior índice do país.

Acre ocupa primeiro lugar no uso de cigarro por adolescentes no país, aponta IBGE — Foto: BBC/GETTY IMAGES
Acre ocupa primeiro lugar no uso de cigarro por adolescentes no país, aponta IBGE — Foto: BBC/GETTY IMAGES

Desse total, 18,8% fumaram cigarro pela primeira vez com 13 anos ou menos. Somente 5% dos adolescentes relataram que alguém se recusou a vender cigarros para eles por causa da idade.

Também acima da média nacional, Rio Branco apresentou o maior percentual entre as capitais do Brasil de estudantes adolescentes que já furam, com taxa de 31,7%. Os dados são referente ao ano de 2019. Cerca de 18,5% disseram que fumaram cigarro pela primeira vez com 13 anos ou menos.

O estudo aponta que 24,8% dos adolescentes com idade entre 13 e 17 anos já experimentaram narguilé. Já com relação ao cigarro eletrônico, 14,6% disseram já ter usado o produto que é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No caso da capital acreana, os percentuais são ainda maiores. Segundo a pesquisa, 32,7% já usaram narguilé e 17,6% disseram já ter fumado cigarro eletrônico.

Mais da metade já bebeu álcool

A pesquisa também traz dados sobre o consumo de bebida alcoólica. Conforme os dados, o número de estudantes do 9º ano que já fizeram uso dessas bebidas aumentou de 46,8% em 2012 para 54,4% em 2019 em Rio Branco. O percentual fica maior entre as meninas em comparação aos meninos.

Cerca de 41% relataram que ingeriram a primeira dose de bebida alcoólica com 13 anos ou menos. Além disso, 43,4% disseram que sofreram algum episódio de embriaguez na vida. Os dados apontam também que 16,9% dos estudantes tiveram problemas com a família ou amigos, perderam aulas ou brigaram, uma ou mais vezes, porque tinham bebido.

Esse aumento da experimentação do álcool, em 2019, é observado entre os estudantes do ensino fundamental de Rio Branco de ambas as redes de ensino, ou seja, tanto pública quanto privada, sendo maior entre os adolescentes da rede pública, com 56,0%.

Com Informações G1

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