18 de maio de 2022   |   18:19  |  

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AC tem mais de 10% da população no Auxílio Brasil e fica entre os Estados mais atendidos do país

O estado do Acre recebeu 1.858 pessoas no programa, quando em fevereiro tinha 109.254 beneficiários e no mês de março conta com 111.112.

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Foto: Reprodução

O número de beneficiários dentro do Auxílio Brasil aumentou de fevereiro para março e 16 unidades da federação registraram aumento, enquanto 11 tiveram uma queda de 127.611 contemplados. O Acre está entre os estados que receberam mais pessoas no programa, ocupando a 13ª posição no ranking, com 111.112 (mais de 10% da população).

O Ministério da Cidadania explica que o número de pessoas beneficiárias no programa altera todos os meses, pois há processos de verificação para checar se os requisitos do programa estão sendo cumpridos pelas famílias para que continuem tendo direito ao Auxílio Brasil.

Enquanto pessoas estão sendo retiradas do programa, há novas inclusões a cada mês. De acordo com os dados do Ministério da Cidadania, em março, 679 mil pessoas foram incluídas, enquanto 673 mil tiveram o benefício suspenso. 

Os estados que mais perderam pessoas dentro do programa foram São Paulo, com 50.365, Paraná, que perdeu 22.150 e Minas Gerais, com 20.335. Já as unidades da federação que tiveram mais pessoas incluídas no Auxílio Brasil foram Bahia, com 29.459, Rio de Janeiro, que recebeu 24.568 e Pernambuco, com 14.578.

Saiba quem tem direito

Para ter direito ao Auxílio Brasil, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e tenha atualizado seus dados cadastrais nos últimos dois anos.

  • As famílias em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda familiar per capita até R$105,00, mesmo que não tenham gestantes, crianças ou adolescentes em sua composição.
  • Famílias em situação de pobreza, ou seja, com renda familiar mensal per capita entre R$105,01 e R$210,00, que tenham, em sua composição, gestantes, nutrizes (mãe que amamentam), crianças, adolescentes e jovens entre 0 e 21 anos incompletos.

A prioridade é dada àquelas famílias identificadas no Cadastro Único que estão em condições de maior vulnerabilidade social, como em situações de trabalho infantil, libertos de situação próxima à de trabalho escravo, quilombolas, indígenas e catadores de materiais recicláveis

Por ContilNet

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